ter. nov 29th, 2022

Você adora essa profissão e quer ficar por dentro do mundo da enfermagem? Confira alguns termos que não podem faltar no seu vocabulário e que podem te ajudar a entender melhor alguns procedimentos em uma necessidade de hospitalização!

A enfermagem é uma das profissões mais apreciadas na área da saúde, mas também uma das mais estressantes. Segundo a Health Education Authority, os  enfermeiros ocupam o quarto lugar dessas profissões, uma vez que trabalham direto e diariamente com pessoas que passam por algum tipo de sofrimento.

No dia 12 de maio, comemora-se o Dia Internacional da Enfermagem e dos Enfermeiros. A data se refere ao dia do nascimento de Florence Nightingale, considerada a mãe da enfermagem moderna. 

Quem sonha em exercer essa profissão precisa de muito preparo técnico e emocional, já que lidar com pessoas em sofrimento pode ser bastante desafiador e exige saber como lidar com isso. Além disso, é preciso investir em boas tecnologias que permitam realizar uma boa gestão e organização da clínica-escola das universidades. Confira alguns termos que são corriqueiros entre os enfermeiros!

Abcesso 

Se você já ficou internado por pelo menos dois dias em um hospital, provavelmente presenciou algum profissional da enfermagem falando o termo abcesso. Este se refere à coleta de material purulento (popularmente conhecido como pus) que comumente se produz a partir de infecção bacteriana.

Esse pus também pode surgir em problemas de pele, antecedente de trauma, alteração circulatória e imunológica, além de doenças como a foliculite dissecante (marcada por apresentar uma protuberância arredondada com a pele vermelha em volta). Calor local e dor são os sintomas mais comuns do abscesso. 

Cefaleia 

Esse é outro termo bastante comum no cotidiano de enfermeiros. A cefaleia é popularmente conhecida como dor de cabeça e abrange vários tipos e intensidades de incômodos que atingem qualquer parte da cabeça. 

A cefaleia pode ser dividida em diferentes classificações. A primária pode incluir enxaqueca e ocorre quando não existem doenças ou transtornos que causem este quadro clínico. Já a cefaleia secundária, por outro lado, é provocada por outro problema de saúde. 

Este segundo tipo pode estar relacionado ao consumo (ou privação) de substâncias, infecções, quadros psiquiátricos, perturbações cranianas, traumatismos de pescoço ou cabeça. Vale ressaltar que a enxaqueca é considerada uma condição mais grave e pode requerer o uso de medicamentos endovenosos.

Taquipneia 

Este termo se refere ao quadro de aceleração do ritmo respiratório de uma pessoa. É importante lembrar que esse ritmo varia de acordo com a idade: enquanto recém-nascidos costumam apresentar entre 20 e 50 batidas por minuto, adultos apresentam entre 12 e 18 no mesmo intervalo de tempo.

Valores acima desses são considerados quadros de taquipneia. Vale lembrar que essa condição clínica pode ser sintoma de problemas de saúde como doenças pulmonares, insuficiência cardíaca, além de estresse ou ansiedade. Gestantes também podem apresentar taquipneia, mas esta é considerada uma situação benigna e comum para este quadro físico.

Vertigem

Este termo é outro bastante recorrente entre os enfermeiros e se refere a um tipo de tontura que transmite a falsa sensação de movimento. Mesmo permanecendo com o corpo parado, uma pessoa com vertigem pode sentir que todo o ambiente ao seu redor, bem como o seu próprio corpo, estão girando e se movendo.

Esse quadro clínico provoca sintomas como vômitos, dificuldades para andar, náuseas e perda de equilíbrio. É comum que a vertigem esteja associada a quadros como labirintite, cefaleia, neuronite originárias do vestíbulo, doença de Ménière e intoxicação por remédios, por exemplo. Entre as causas da vertigem, podem-se citar problemas cardiovasculares (arritmia ou queda de pressão), problemas ortopédicos ou de visão, distúrbios de equilíbrio ou problemas psicológicos.