qui. dez 1st, 2022

Desejadas pelo mercado de trabalho, habilidades interpessoais podem ser importantes também para lidar com situações adversas

Mais do que ser bom em matemática ou português, os profissionais contemporâneos precisam reunir uma série de habilidades para disputar boas vagas no mercado de trabalho. De acordo com uma pesquisa realizada com 264 departamentos de recursos humanos, as chamadas soft skills são, hoje, mais importantes que o conhecimento técnico para 93% deles. Divulgado em 2021, o levantamento reflete uma realidade que vem se impondo com cada vez mais intensidade nas empresas.

Saber lidar com as outras pessoas, liderar, ter empatia e ser solidário é imprescindível para quem quer construir uma carreira próspera. Por isso, além de promover um bom preparo técnico para as crianças, permitindo que elas tenham uma educação formal, também é preciso incentivar desde cedo o desenvolvimento dessas habilidades. Para a gerente-geral do CIPP – Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento dos colégios do Grupo Positivo, Maria Fernanda Suss, há muitas formas de trabalhar essas competências. “Elas são o resultado de um conjunto de fatores como cultura, educação, criação, experiências e aptidões emocionais, sociais e mentais. Algumas instituições de ensino já trabalham esses atributos e os incluem na grade curricular por meio de vivências”.

Uma das dinâmicas mais conhecidas para isso são os trabalhos em equipe. Ao desenvolvê-los, os estudantes podem aprimorar, por exemplo, a capacidade de comunicação. Esse tipo de atividade também permite que as crianças estabeleçam bons relacionamentos com professores e colegas, além de adquirir senso de colaboração. Entre as principais soft skills desejáveis no contexto contemporâneo estão a escrita, a comunicação eficaz, a empatia, a colaboração, a organização, o planejamento, a flexibilidade, a resiliência e o pensamento criativo.

Soft skills na prática

Não é apenas no mundo do trabalho que as soft skills são necessárias. No decorrer da vida, todos são frequentemente confrontados com situações e contextos desafiadores – e saber como lidar com eles é fundamental para manter o equilíbrio. Cenários como o de uma pandemia, vivenciado ao longo dos dois últimos anos, exigem de todas as pessoas uma capacidade de adaptação e flexibilidade. “Se as crianças já trabalham essas habilidades desde pequenas, elas serão adultos com maior capacidade de manter a tranquilidade mesmo diante de momentos difíceis como os de uma pandemia”, exemplifica Maria Fernanda.

Em meio a incertezas e muitas mudanças, quem se sai melhor são aqueles que conseguem gerir melhor o problema, reinventando-se e reestruturando as próprias expectativas de acordo com o que a vida traz. “É muito melhor ensinar isso ainda na infância, quando nossos filhos têm, naturalmente, uma maior capacidade de se adaptar”, finaliza.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende sete unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo – Júnior, o Colégio Positivo – Jardim Ambiental, o Colégio Positivo – Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo – Hauer, o Positivo International School, o Colégio Positivo – Água Verde e o Colégio Positivo – Boa Vista atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina – onde hoje fica o Colégio Positivo – Joinville e o Colégio Positivo – Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Londrina. Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo – Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR). Em 2020, o Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis (SC), passou a fazer parte do Grupo. Em 2021, com a aquisição da St. James’, em Londrina (PR), o Colégio Positivo passa a contar com 16 unidades de ensino, em sete cidades, no Sul do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 16 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.